Finalmente, 2013.

Depois das exacerbadas, frustrantes, deprimentes, exaustivas e entediantes festividades pré-2013, aqui estamos! Já a salvo da ressaca e dando continuidade aos rituais utópicos de que este ano será diferente para a vida pessoal de cada um, (um salve pra galera que ainda pensa assim! 🙂 ), o Boteco Underground vem com idéias MIL para este ano. A começar pela Área VIP, que estreará ainda este mês! Sem mais detalhes, acrescentamos apenas que será mais uma forma de divulgar a SUA arte independente caro leitor, e manter-se informado de como está sendo observada pelos demais “olheiros” e artistas do meio. Assim também como poderá a qualquer momento dar seu palpite e de repente, ter a oportunidade de fazer parte dessa Área VIP 😉 .

Destacamos também os links para as entrevistas e resenhas que passaram pelo Boteco Underground no ano de 2012, e que poderão ser conferidas com maior facilidade clicando aqui, ou no link acima intitulado “Boteco Underground”, o qual dará acesso a nossa page! Lá você já poderá participar ativamente sobre o conteúdo que gostaria de ver publicado no Boteco Underground, mandando criticas e/ou elogios, palpites, INDICANDO BANDAS e/ou mandando o material DA SUA BANDA pra gente!

Sem mais merchandising… está na hora de deixar a primeira banda a subir no palco do Boteco Underground neste ano de 2013!!

Fotos por Fabiane Ceronato

 

A banda em questão é o Popelines! Eles voltam agora em 2013 a todo o vapor e é claro que gostaríamos de uma retrospectiva da história dessa banda curitibana. Falamos então com Claudio Doggy, vocal e co-fundador da banda.

ralph brodhage POPELINES

GREEDO: Fala aí Loop, qual a ficha técnica básica da banda?

C. DOGGY:  Iranio Castilho, guitarra; Ralph Brodhage, bateria; Michele, vocal e Claudio Doggy, guitarra e vocal.

GREEDO: Fizemos recentemente uma entrevista com Ralph Brodhage (já conhecido do Boteco Underground). Como e/ou quando surgiu a idéia de chamá-lo para o Popelines?

C. DOGGY: Tocamos algumas vezes com outra banda que ele tinha e quando o Bruno; o ex baterista, foi embora para a Goiânia logo lembramos dele, por ele tocar firme, ser criativo e um cara aberto a outros tipos de som.

GREEDO: Bacana! E como a banda começou?

C. DOGGY: A banda teve início comigo e com o Bruno, antigo baterista do Popelines. Aproveitamos o intervalo do ensaio de outra banda que eu tinha (Claudio Doggy solo), começamos a brincar com algumas idéias e acabamos percebendo que ia sair algo bom dali. Assim cogitamos realmente montar a banda. Logo chamamos o Irani e ficamos um tempo como trio até fecharmos a formação que deu início a banda e que gravou o primeiro EP (“Tocando Rock e Cantando Samba” de 2004).

GREEDO: Por que o nome “Popelines”?

C. DOGGY: O nome foi brincadeira com a estética MOD, com o lance da roupa… Não que nós nos vistamos bem (rsrs) mas sempre chamou a atenção essa fusão de moda e música. E um dia estávamos no centro caminhando e discutindo a ideia de um nome, e vi um tecido chamado Popeline, e caiu certo, a gente é rock com “linhas pop”.

GREEDO: Whoa. E quais são as influências do Popelines em geral?

Claudio Doggy POPELINESC. DOGGY: O Popelines tem muita coisa sonora glutinada, desde pos-punk, punk, shoegaze, samba e bossa, pra resumir: sonoridades que nos agradam.

GREEDO: Whoa! Com tanta influência diferente, como acontece o processo de composição?

C. DOGGY: Fazemos composições indo atrás das harmonias espontâneas dos ensaios. Após criar o clima crio as letras.

GREEDO: E vocês já possuem algum legado? rsrs.

C. DOGGY: Temos dois singles realmente lançados: “Tocando Rock e Cantando Samba” e “Ruptura”. Outros são “Prelúdio do Cinema Caseiro” e “Complexo de busca de um pessimista”, todos via internet.

GREEDO: Hmm… E vocês tem contrato ou vínculo com algum selo independente que distribua o material de vocês somente ONLINE?

C. DOGGY: Já tivemos propostas há alguns anos, mas era desvantajoso, era quase uma prisão participar do selo, então desistimos da idéia.  Tínhamos desistido de prensar o disco a mais ou menos uns 2 anos. Hoje estamos pensando mais na internet pra distribuir.

GREEDO: E o “Histórico Underground” de vocês? Parcerias com outras bandas, festivais, movimentação no circuito underground de Curitiba e região…

C. DOGGY: Passamos por tantas bandas que daria um livro citar todas, mas tocamos bastante pela cidade e fizemos alguns shows por Santa Catarina. Só o Ralph, nosso baterista tocou em mais de 50 bandas, rsrs.

GREEDO: Qual a sua opinião sobre o movimento underground que vem ocorrendo em Curitiba? Como acha que pode melhorar?irani POPELINES

C. DOGGY: Eu não acredito em movimento, prefiro chamar de momento. Curitiba tem isso. No meu tempo de vivência de rock local vi um “BOOM” em 1992, (que creio ter durado até 1998), em que uma banda conseguia tocar até 2 vezes no mesmo dia e tinha shows quase a semana inteira. Hmmm…eu acho um bom momento, você toca e leva apenas o seu equipamento, já não é tão necessário carregar caixas, pedestais. Pode agendar turnês via internet, não precisa gastar com prensagem de cd e pode se auto produzir. Só mandar seu link e esperar o retorno dos contatos.
Eu acho que está bom já não tem a segregação de ser, punk, mpb, mod. Hoje o rock local virou entretenimento, melhor que isso, seria receber pra tocar (risos).

GREEDO: Valeu C. Doggy e Popelines!

 

 

Contato:  popelines@gmail.com 

Quer ouvir mais POPELINES? Acesse o canal no YOUTUBE! Lá você poderá também conferir alguns trabalhos paralelos do Claudio Doggy! 😉

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