É TUDO TEATRO!

 A long time ago… we used to post periodically LOL And here we go again!

Finalmente irmãos! Voltamos a publicar no Jabba’s Mos Eisley Cantina com fervor! O tempo tem passado e  com a regalia ofertada pelo Mestre Jabba, a qual consistia poucas horas afastados do trabalho terceirizado ao Império, viemos contar as novidades recentes.

O Império tem se mostrado oportunamente preocupado com a cultura intergaláctica, e vem promovendo eventos fervorosos nos últimos dias. Viradas culturais e eventos grandiosos despertam o interesse da mídia, ofuscando (em partes) os eventos que crescem aos poucos e já possuem histórico e tradição em municípios como de Pinhais, cidade localizada na região metropolitana de Curitiba.

Em verdade, independentemente da dimensão desses eventos, poucos marcam a história fazendo com que os munícipes se tornem os artistas e abram espaço aos atores e atrizes, para que os estes tenham a oportunidade de fazer a história cultural de sua cidade.
O evento em questão é o VII FETAEPI, que dá oportunidade aos grupos independentes de teatro amador e es tudantil da região, e das demais cidades vizinhas em se destacar na área.

O VII FETAEPI terá 10 dias de espetáculos, e já está em seu 7º dia, exibindo peças para público de todas as idades e gostos. Aos dez dias de Festival, o VII FETAEPI também premiará os grupos participantes nas categorias Amador, Estudantil, e Paralela, incentivando o trabalho dos grupos.

Para que se tenha um conhecimento mais aprofundado de seu funcionamento, passamos a palavra para nossa informante naboo, atualmente Chefe no Departamento de Cultura em Pinhais City, Kelly Farah.(P.S: Kelly Farah é também atriz, formada pela FAP – Faculdade de Artes do Paraná).

Risos, lamentos, olhares atentos às revelações, a catarse. O palco já está arado como um terreno frutífero para ser semeado com muita emoção e arte.Este é o cenário que se apresenta no Centro Cultural Wanda dos Santos Mallmann, onde será realizado de 05 a 14 de novembro de 2012 o VII FESTIVAL DE TEATRO AMADOR ESTUDANTIL DE PINHAIS – FETAEPI. O evento reúne espetáculos teatrais de escolas, colégios, e grupos de teatro de Pinhais, Curitiba e Região Metropolitana, em categorias de concorrência Estudantil, Amadora e apenas como Mostra (apresentações sem disputa). Serão 23 espetáculos, além da abertura oficial e da premiação.Para a abertura oficial o festival trará ao palco de Pinhais o espetáculo convidado “A História que não foi contada”, do grupo Geniarte Produções, de Curitiba. Já para a premiação, o que se pode adiantar é que será uma noite de muita ansiedade, surpresas e comemorações!

Para saber um pouco mais sobre o evento, e consultar a programação para os próximos dias clique AQUI e, para saber como foi o VI FETAPI clique AQUI. 🙂

Até a próxima!

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Boteco Underground descobre Crooneres Decadentes!

Boa noite senhoras e senhores, amados leitores do Jabba’s Mos Eisley Cantina! Esta noite, o Boteco Underground importa uma banda pernabucana! A banda “de um homem só” em questão, é a Crooneres Decadentes.
Já insatisfeito com a falta de originalidade no meio musical undeground intergaláctico, Jabba The Hut nos passa uma nova missão, e para livrar nossos pescoços de uma possível degola, foi nos imposto o dever de encontrar em outras partes do Brasil, som independente de qualidade.
Sem mais esperanças em encontrar bandas que possuam música própria sem se voltar para o clichê (inaceitáveis no Boteco Underground por motivos óbvios – de mesmice o mundo está cheio…), e já auto condenados a perder a cabeça perante o mestre Jabba, surge o Crooneres Decadentes!
Lançando agora seu EP intitulado “Istmos“, e conquistando a produção independente pernabucana, a criação de Raoni Santos apresenta hoje no Boteco Underground o processo de criação e produção de um EP totalmente artesanal, mostrando que a vontade de fazer música é o principal ingrediente para levar uma carreira de músico independente adiante.
Ao aproximar-se para beber um copo de rum no balcão do boteco, não nos contivemos e abordamos Raoni Santos para questionar-lhe a respeito de Itsmos.

GREEDO:  Então, gostaria de saber a princípio que instrumento você toca e a quanto tempo o Crooneres Decadentes está na ativa?

RAONI: Eu toco guitarra, violão, teclado, programo baterias e um pouco de baixo. Mas, costumo me definir como um ‘pato’: mal anda, mal corre e mal voa, mas pelo menos não fica parado. O Crooneres existe desde 2009, abril mais ou menos, foi quando fiz uma apresentação de três músicas na saída da aula da faculdade. Era um projeto de exibição de filmes e eu fiz a abertura musical, apresentei três composições, dentre elas estava ‘Variante’.

GREEDO: E como se deu a gravação do EP?

RAONI: Fiz quase ‘como sempre’: Com o mouse, pois não tenho um controlador MIDI, pagando uma hora em estúdio pra gravar a voz num timbre legal e a guitarra, dessa vez, foi numa plaquinha de som simples que comprei, pra não ter tanto ruído como nos outros EPs. O maior diferencial é que ‘Quebrando O Gelo’ e ‘Pra Não Me Ferir’ são todas feitas em programação, não há instrumentos ‘reais’. Acho que o maior diferencial é esse, de ter me apropriado mais das possibilidades que a automatização oferece.

Faca o Download de Itsmos AQUI

GREEDO: hahaha BEM independente! E o processo de composição?

RAONI:  Normalmente as ideias vêm em pedaços, às vezes mínimos…. pode ser apenas uma frase ou dois acordes, aí eu não procuro forçar, insistir, enquanto isso vão surgindo outros tantos pedaços e eu posso estar no processo de composição de três músicas, por exemplo. Eu acredito na inspiração e na transpiração em conjunto, mas tem de haver a inspiração, por isso eu procuro fazer com que cada verso, nota e programação sejam puramente inspirados, e não que estejam ali simplestmente por estar, pra cumprir tabela.  Primeiro vem a música (produzo em escala industrial), depois o casamento com a letra (que produzo em escala artesanal, a conta-gotas) e depois disso os arranjos e aí sim a programação. Outro método que usei nesse EP foi o de ter brainstorms antes, ou seja, eu gravei umas oito músicas entre outubro de 2011 e março de 2012 que iriam realmente ser o terceiro trabalho do crooneres, o que acabou não acontecendo. Resultado, gravei mais três (Do Jeito que a gente quer, quebrando o gelo e pra não me ferir), duas dessas faixas foram pra um split com um argentino, as outras duas são ‘diálogo privado’ e ‘a longa espera pelo acaso’, e ainda existem mais quatro arquivadas, fora as ideias que vêm surgindo…

GREEDO: Há muito de suas influências musicais no seu som? Pode citar algumas bandas que inspiraram o som diferenciado que você faz?

RAONI: Eu acho que há fragmentos sim das influências, pois sempre há resquícios. Só que não procuro fazer tudo tão igual, não quero ser retrô. Gosto do João Gilberto, do Death From Above 1979, do Mombojó, do Loomer, The Kills, Libertines, Strokes, Daft Punk, Mstrkrft, Ludovic, CSS, The Whitest Boy Alive, Caetano Veloso, Queens Of The Stone Age, No Age, Broken Social Scene, enfim, é do que me lembro agora, teria que consultar a pasta ‘Minhas Músicas’ no computador. (risos) em mais coisas, por exemplo, adoro os Smiths e O Ira, Pato Fu, The Who, Sex Pistols, aí vou lembrando….

GREEDO: Whoa! E as influências são das melhores! Suas influências são basicamente anos 90 e 2000 em sua maioria, e isso é bacana também. Visto que o processo de composição de suas músicas é bem “artesanal”, pode-se classificar como som experimental, digamos assim…?! E os shows ao vivo? Como faz?

RAONI: Creio que sim, pois procuro explorar outras possibilidades que vão desde a própria estrutura da música, pois quase não há refrão, até os timbres mesmo, pois procurei inserir barulhos, ambiências, texturas e até tambores(!). (risos) Bem, ao vivo é somente voz e guitarra. Esse formato é exatamente como a música nasce: com a voz e a guitarra, depois é que vou arranjando as coisas no teclado e então vou colocando nota por nota no mouse, nos programas de criação.

GREEDO: Enfim, e quanto aos selos independentes? Você já tentou entrar em contato com algum selo local ou de fora do seu estado?

RAONI: Ainda não, embora até tenha feito uma arte gráfica pro EP. mas não entrei em contato ainda… Eu tenho um outro projeto e vou recomeçar a trabalhar nele com calma, esse sim eu posso levar ao vivo com mais tranquilidade…

GREEDO: E como está a cena independente no seu estado e município? Alguma banda ou festival para indicar?

RAONI: Sinceramente, quase não tenho idéia de como está em Petrolina ou em Pernambuco, no geral. O pouco que vi foi pela internet mesmo, há uma movimentação em Floresta, que tem ou teve o festival Sertão Itaparica Mundo, que trouxe Bárbara Eugênia, Cidadão Instigado. Banda pra indicar? Deixa eu ver…. pode ser o Crooneres Decadentes? (risos) As que me lembro agora são o Voyeur, Julia Says, Mellotrons, The Dead Superstars….

GREEDO: Para finalizar… alguma dica ou conselho de como se levar uma carreira independente adiante?

RAONI: Bom, que as pessoas busquem fazer o melhor com o que tem em mãos, seja o que for, pois, de início, o que importa é a exposição das idéias. Ah, e que eleas tenham em mente de que é uma busca incessante e até uma negação benéfica do que se faz, ou seja, pra melhorar você tem que desenvolver uma visão crítica do seu trabalho.

GREEDO: Vale Raoni! Bora continuar o trabalho por aqui, que a correria ‘tá grande nesse boteco!

Quer saber mais sobre o Crooneres Decadentes?

Acesse:  

Boteco Underground entrevista: The Algun Díos!


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    Hey caros leitores do Boteco Underground! Hoje a atração intergaláctica veio do Uruguai para explicar um pouco do que é essa tal de “cena independente” que anda rolando lá em Curitiba e está se espalhando pelo Brasil! A notícia correu pelo Uruguai e chegou aqui em Mos Eisley… O Algun Díos veio mostrar seu som experimental e comentar sobre sua tour que passou por Curitiba e São Paulo.


    GREEDO:
     – A princípio, como e quando foi que o Algun Díos começou?

    POL VILLASUSO:
     – THE ALGUN DIOS se formou no ano de 2005. Conhecí Salvador em uma festa e começamos a nos reunir para ensaiar temas. Primeiramente estávamos tentando tocar canções do Frank Black, e logo continuamos a tocar, mas com nossas próprias composições integrando músicos amigos. Os atuais integrantes da banda tocaram em diversas bandas desde os anos 90.

    GREEDO: – Whoaw! Frank Black do Pixies! Conte mais a respeito de suas influências…

    POL VILLASUSO: – Ah claro! Essas influências são muitas e não apenas da música, mas também da arte, do cinema, da dança, e todos os assuntos relativos ao mundo, incluindo ciência e misticismo. Musicalmente, estamos continuando as linhas de pós-punk e no wave, em um ponto do noise e do post-rock, mas sempre encontramos sons que nos impressionam, mesmo muito antes, como Bo Diddley. E continua a mudar a experimentação. Nós amamos as raízes da música eletrônica, a chegada de nosso novo baterista tem contribuído muito para esse efeito ao som do grupo.

    E bandas: Velvet, The Fall, Wire, Sonic Youth, Fad Gadget, Joy Division, Pixies… são muitas…  mas também, gostaria de esclarecer que de alguma forma nos sentimos reinterpretando os sons de rock do Uruguai de uma forma contemporânea.

    GREEDO: – E as bandas do Uruguai? Existe alguma a qual você admire ou tome por influência?

    Boteco Underground entrevista: The Algun Díos!

    Algun Díos por Ulysses Christianini

     POL VILLASUSO: –  Sim, existem algumas que admiro, não sei… As letras e a melodia de La Hermana Menor, ou Buenos Muchachos. Também, realmente nos interessa as bandas novas, mas estamos muito dentro do som e experiências do THE ALGUN DIOS. Hoje por exemplo, faz dois dias que retornamos de nossa primeira tour pelo Brasil! Estamos muito impressionados pela recepção que tivemos tanto em Curitiba como em São Paulo. Fizemos quatro shows em sete días! Foi uma experiência muito intensa. Sentimos que crescemos musicalmente em uma semana, tanto quanto em um semestre, e a conexão com os amigos e amigas no Brasil foi total! Nos receberam incrivelmente bem!

    Queremos voltar logo e tocar com bandas amigas como Sonora Coisa em Curitiba, e com mais músicas novas! Nessa tour tocamos músicas de nosso primeiro disco “Detrás Del Viento” e também, músicas novas que estamos compondo neste momento.

    Estamos muito concentrados nas novas experiências pelas quais estamos passando. Nosso som está mudando e se tornando mais aberto, de estrutura mais ampla… Estamos muito felizes com isso!

    GREEDO: – A música “México” agrada ao mestre Jabba The Hut…

    POL VILLASUSO: – México é uma dessas canções que começaram uma nova etapa, é como a vejo hoje. O que te parece a música México?

    GREEDO: – México é muito elétrica! Gosto muito disso! Em minha visão de greedo, acredito que o som México é algo entre noise e rock experimental…

    Mas agora, há algo muito sério que preciso saber a seu respeito.

    POL VILLASUSO: – O que quer saber?

    GREEDO: – Queria saber se você conhece e gosta do Star Wars…

    POL VILLASUSO: – Uhh sim!

    GREEDO: – Nos fale um pouco sobre o show que fizeram recentemente em Curitiba no Teatro Paiol.

    POL VILLASUSO: – No Teatro Paiol tivemos uma prova de som muito especial, inesquecível! Esperamos voltar logo!

    GREEDO: – Conte mais sobre as experimentações com a bateria eletrônica?

    POL VILLASUSO: – Bem, é algo que nos interessa cada vez mais testar, sobre tudo porque nos interessa encontrar o que há depois que a canção deixa de ser canção…

    Várias de nossas músicas não derivam para uma terceira parte harmônica nas canções do Algun Díos, a terceira parte é um vácuo. “Capaz” soa um pouco misteriosa, mas é bom para nós, há algo de misterioso sobre tudo, por exemplo, a presença de elementos eletrônicos em nossa música tem mais a ver com o fato de viver na era da eletrônica e não em busca de um estilo musical.

    GREEDO: – Gostaria de saber sobre a tour de vocês pelo Brasil.

    POL VILLASUSO: – Este ano de 2012 estamos apresentando nosso primeiro disco no Brasil e na Argentina.  Fazem muitos anos que temos amigos nos esperando em Curitiba e, felizmente estivemos lá neste mês de Julho, aonde fizemos amigos novosque gostam muito de nossa música. Tanto em Curitiba como em São Paulo encontramos muita gente que gosta da nossa música.

    GREEDO: – Incluindo eu! Rsrs

    POL VILLASUSO: – Esperamos voltar logo a Curitiba para tocar com Sonora Coisa e apresentarmos no Ultimo Volume Mobile da Lumen FM, e também voltando a São Paulo e Porto Alegre.

    GREEDO: – E você tem boas memórias dessa tour?

    POL VILLASUSO: – Memórias da tour?! Sim, muitas! Voltamos a Montevideo há quase uma semana, e na realidade é como se estivéssemos lá todo o tempo espiritualmente. Notamos muita energia favorável à música, a energia no ar entende?! Muita energia “rockeira” no Brasil. Vocês tem muita força. Digo a vocês que se juntem e organizem festivais e mais eventos. Acreditamos que é o momento de integrarmos mais.

    GREEDO: – E sobre o álbum “Detrás Del Viento”? Tem alguma música em especial a qual você goste mais?

    POL VILLASUSO: – O nosso primeiro disco é bastante homogêneo, foi gravado por nós mesmos, e é direto, mais como a banda ao vivo. Minhas canções favoritas do disco estão mudando, mas Sitges, El Humo va a Marruecos, Time e Al revés são as minhas favoritas neste momento. É um disco com texturas de guitarra, guitarras ásperas com canções em Inglês, Espanhol e “Espanglês”.

    Boteco Underground entrevista: The Algun Díos!

    Algun Díos por Tuca Souza

    GREEDO: – Então vocês produziram o álbum sozinhos…

    POL VILLASUSO: – Sim.

    GREEDO: – Vocês não tem nenhum contrato com nenhum selo ou gravadora?

    POL VILLASUSO: – Conhecemos a Pisces e a Monstro através de Rafael de Sonora Coisa, e realmente admiramos o trabalho que fazem há tanto tempo. Pisces está aí há 15 anos!! É impressionante! Admiramos o catálogo da Pisces!

    Nosso primeiro disco foi editado por nosso selo discográfico próprio:  La Peluqueria Records. É nosso próprio selo, para fazer possível editar nossa música da forma que quisermos e sem ceder mais do que queremos.

    Para nosso primeiro disco foi algo que funcionou muito bem. Tivemos controle sobre a edição, e a produção integral e é isso que queríamos neste momento.

    GREEDO: – Gostaria de saber o que você pensa sobre a venda de músicas online, e sobre o download ilegal de músicas na internet.

    POL VILLASUSO: – Nosso primeiro álbum está disponível em ambos os modos, você pode comprar o álbum em CD, ou pode baixar gratuitamente em nosso site. A verdade é que eu não sei se esta certo ou errado, é um tema com muitos lados. Eu prefiro comprar discos, e gostaria que as pessoas comprassem os discos. Você pode apreciar a arte do álbum, e ouvir o todo. Eu também gosto dessa idéia de que o vinil está matando o mp3!!

    GREEDO: – Vinil é cultura pura!! E para encerrar, gostaria de saber sobre os planos futuros, próximos lançamentos e tours…

    POL VILLASUSO: – Sim, temos muitos planos para fazer, estamos começando agora pré-produção do segundo álbum que gravamos este ano e voltar ao Brasil em tour o quanto antes.

    GREEDO: – Muchas gracias Pol Villasuso y Algun Díos!

    Para mais informações sobre o Algun Díos acesse:

    www.thealgundios.com

    www.myspace.com/thealgundios

     

     

As Esferas do Dragão!

Olá caros leitores!

Enquanto May Apple Greedo diverte-se caçando Banthas para servir nas refeições da Mos Eisley Cantina (não, aquilo não era carne suína), eu assumo o controle por aqui… Bwahahaha =P

Resolvi dissertar hoje sobre a nova empreitada da Panini por meio do selo Planet Manga. Trata-se da publicação dos mangás Dragon Ball, lançados primeiramente no Brasil no início de 2000 pela Conrad Editora. E sim, estou 3 meses atrasado, uma vez que o número 1 foi lançado em maio. Mas isso não tem importância, afinal os interessados ainda podem adquirir as 3 edições já lançadas.

Para quem ainda não conhece (se é que alguém não conhece!), Dragon Ball originalmente é um mangá criado por Akira Toriyama e publicado em 42 volumes, a partir de 1986. Com elementos da cultura oriental, Akira criou um mundo fantasioso onde máquinas futurísticas coexistem com dinossauros, demônios, alienígenas e outras criaturas esquisitas (Até parece Tatooine! rsrs). Toda a história começa com o pequeno Son Goku, um garoto que vive sozinho nas montanhas. Ele foi encontrado numa floresta pelo velho Son Gohan que o ensinou kung fu. Numa noite, Gohan foi morto por um monstro misterioso. Ágil, forte e sem nenhum sinal de maldade dentro de si, Goku se difere das outras pessoas por ter um rabo de macaco. Goku conhece então a garota Bulma. Ela o convence a ajuda-lá na busca pelas 7 Esferas do Dragão que quando reunidas, invocam o Deus Dragão Shenlong que pode realizar um desejo. Com o tempo, Goku vai crescendo, fazendo novas amizades e livrando o mundo do Imperador Pilaf, as Forças Red Ribbon e o temível Piccolo Daimaoh.

As novas edições, que como já mencionado estão sendo publicadas pela Panini desde maio, estão muito mais bonitas que as publicadas anteriormente há 12 anos atrás, com destaque para a nova tradução que ficou muito mais completa. E as capas estão lindas! Interessante ressaltar que Dragon Ball foi a primeira série em mangá lançada em nosso país no formato que conhecemos hoje.

Enfim… Um investimento para aqueles que sonharam um dia em ter sua coleção completa (assim como a criatura que vos escreve), e mesmo para aqueles que possuem todas as edições da Conrad, que infelizmente tratava a publicação como uma mera revista dedicada exclusivamente ao público infantil. Afinal, Dragon Ball (E NÃO Dragon Ball Z, onde a porrada prevalece e o conteúdo cai exponencialmente), é uma das melhores séries em quadrinhos já lançada no mundo, uma verdadeira obra de arte.

Fica aqui a abertura do animê que foi baseado no mangá:

PS: As edições 1 e 2 podem ser encontradas no site: www.paninicomics.com.br , e a edição 3 ainda circula.

Em breve passo por aqui novamente. Aproveitem o Rum, afinal, a proprietária do “web bar” esta ausente… Até mais!

Boteco Underground Entrevista: Ulysses Christianni

Boa noite caros leitores do Jabba´s Mos Eisley Cantina!
O nosso Boteco Underground está indo de vento em poupa! Nova localização, rum à vontade, e música independente de qualidade!
Enquanto a banda da semana vai descarregando a bateria e acertando bilheteria com Jabba the Hut, temos a oportunidade de bater um papo no balcão do boteco com o responsável pelo selo que vem se destacando cada vez mais na cena Underground nacional, Ulysses Christianini! Dono de uma fama incomensurável no meio underground, fundador e proprietário da Pisces Records, e responsável por lançar bandas e títulos de destaque, Ulysses conta-nos quais as dificuldades de um selo independente se firmar no mercado da indústria fonográfica, seus próximos lançamentos, e a importância de contatos no meio musical!

Portanto, encha seu copo e embriague-se com o mais puro conteúdo Underground da Web!

Greedo: – Bora lá então…. a Pisces Records foi o selo escolhido para ser desbravado pelo Boteco Underground. Uma curiosidade me ocorreu agora… Qual o processo de seleção dos artistas do meio underground? Qual o critério usado pela Pisces para selecioná-los?

Ulysses Christianini: – A seleção da Pisces se baseia muito no meu gosto músical, por isso encontra desde pop a harcore… Não existe um critério especifico, apesar de que hoje em dia eu dê preferência para bandas com mais estrada, que cantem em português e afins… mas não posso generalizar também!

Greedo: – Hmmm… E que tipo de bandas você costuma ouvir por exemplo? Já que o teu gosto musical influencia muito nas suas escolhas…(servirão de inspiração para futuros posts na Mos Eisley rsrsr)

Ulysses Christianini: – Eu ouço de tudo, mas nos dias de hoje foco nos artistas independentes da nossa terra! De preferência os que trabalham com a Pisces… E claro, quando descubro alguma pérola perdida nesta nova geração! Nomes não me vem a cabeça no momento, mas temos muitas bandas promissoras de todo canto do país!

Greedo: – Wow! Bom saber… Estamos desbravando a Pisces aos poucos! Espera… tenho uma pergunta crucial: você curte Star Wars?? 0_0

Ulysses Christianini: – Sim sim! Não sou fanático, mas gosto sim! rsrsrs

Greedo: – Ok 🙂 Para resenhar sobre música independente escolhemos a Pisces justamente pela variedade, e pelo conteúdo … resenhamos sobre Giovanni Caruso e o Escambau, e o Sonora Coisa. Como é trabalhar com essas bandas em específico?

Ulysses Christianini: – São bandas ótimas de se trabalhar, são parceiras e entendem como funciona o sistema na cena independente atual!

Greedo: – Bandas de renome na cena independente ressurgem pela Pisces, tais como o Rock Rocket e o Dance of Days… como se deu essa parceria?

Ulysses Christianini: – Por estar no mercado a mais de 15 anos, os contatos vão florescendo naturalmente… em shows, baladas e afins… hoje em dia tenho uma gama enorme de contatos importantes na cena musical nacional e até internacional! E claro, são bandas que reconhecem aqueles que realmente estão na cena para ficar, e não somente de passagem! acredito que isto contou como algo positivo para fechar os lançamentos de tais bandas!

Greedo: – Contatos…!! E lá na fora do país, existem produtores de bandas amigas que você admire ou ouve? Costuma trabalhar com eles com freqüência?

Ulysses Christianini: – Existem bandas que possuo contato e que escuto, tais quais Steve Turner And His Bad Ideas, White Flag, Kenneth Stringfellow, Jad Fair, The DT’s, TAD, bandas que escuto e que em um futuro próximo devem sair pela Pisces!!!

Greedo: – WOW! Steve Turner é o cara do Mudhoney, banda lendária no meio undeground *-* Jad Fair também do meio underground e parceiro do mestre Kramer na banda Half Japanese! Muito bom saber desse furo pois assim já vamos guardando uma grana para complementar o estoque do Boteco… rsrsrs

Ulysses Christianini: – Rsrsrs

Greedo: – Ok, vamos para o clichesão agora… Em quais bandas você está apostando para 2013?

Ulysses Christianini: – Temos Sonora Coisa, The Baudelaries, Mister Lúdico, Flowers on The Moon, entre outros a saírem pela Pisces! Bandas que saem ainda este ano, mas que colherão frutos em 2013!

Greedo: – E quais os discos da Pisces que NÃO PODEM FALTAR em uma coleção?

Ulysses Christianini:Pullovers, os The Darma Lovers, Rob K And Uncle Butcher, Coyotes California, Tomada, Fantomáticos, The Gilbertos, Salad Maker, Pupilas Dilatadas, Mopho, Vitrine, Gulivers, Doutor Jupter… bem são muitos! Sou fã e escuto sempre o material que saiu pela Pisces! É difícil citar poucos…

Greedo: – Antes que a próxima banda suba ao palco, gostaríamos que você citasse algumas das dificuldades pelas quais um selo independente passa antes e após o reconhecimento no mercado…
Ulysses Christianini: – A primeira dificuldade, (e vamos dizer que talvez seja a maior delas), é a questão financeira… É difícil, muito difícil vender 50% do que é lançado independente, fazendo com que muitos selos comecem e acabem facilmente, mesmo após seu reconhecimento… Fora isso, existem os problemas com alguns artistas que possuem pouca experiência no mercado musical.
  No Brasil não se encontra muitos pontos de vendas de discos que paguem a vista por um pedido. Vender em consignação é um dos fatores que mais atrapalham um selo… A mentalidade e a facilidade de se fazer tudo sozinho também; não que uma banda que acredita que fazendo tudo sozinho não consiga, mas o ideal é se focar no trabalho e deixar a burocracia e afins para quem saber cuidar disto!!!

NOTA: A Pisces(selo/gravadora) agora é também agência e produtora que atende as bandas que querem entrar no mercado de forma profissional, seja com uma boa produção e finalização do disco, prensagem, assessoria de imprensa, agenciamento, consultoria, e mais!! Um copo cheio para quem sabe aproveitar as oportunidades!

Quer saber mais? Embriague-se!

www.piscesrecords.com.br
www.youtube.com/piscesrecords
contato@piscesrecords.com.br

Projeção da Consciência

Pela primeira vez dou as caras (finalmente!) na Mos Eisley Cantina… Confesso que vontade não me falta de passar por aqui sempre, mas as correrias do dia a dia atrapalham um pouquinho… Enfim, aqui vai meu olá a todos nossos amigos terráqueos.

Pois bem, parando com o papo furado, queria apresentar a grande maioria um tema que por muito tempo foi associado ao misticismo e inclusive a idéia de seitas secretas.Trata-se do fenômeno anímico da projeção da consciência.Simplificando de grosso modo,poderiamos caracteriza-lo por “saída do corpo”.Embora esta expressão cause estranheza em princípio, não é raro encontrar alguém que já tenha tido a sensação de estar flutuando sobre seu corpo enquanto dormia, quase como em um sonho.O fato é que quando dormimos,nosso cérebro ao descansar,altera as ondas cerebrais,induzindo o corpo ao relaxamento muscular profundo.Neste momento o corpo astral sai do corpo físico para o plano astral.Esse procedimento é natural e acontece com todos os seres que dormem.Portanto a projeção é um acontecimento parafisiológico, e nada tem de religioso. Essa “saída” do corpo físico,quando consciente, é uma das sensações mais incríveis de se alcançar enquanto na condição de meros seres humanos. Imagine-se voando, conhecendo lugares, visitando pessoas queridas, encontrando familiares desencarnados e até entrando em contato com seres intergalácticos…

Muita piração? Concordo… Não desprezo a hipótese cética da mera alucinação,onde todo o processo passa-se em nosso subconsciente. Porém mais importante que discussões filosóficas sobre o assunto é a sua experimentação,independente do ceticismo. O simples fato de você poder aproveitar o tempo que dorme, necessário a todos nós, com algo útil e instrutivo, já faria não ter mais importância toda e qualquer teoria acerca da origem e/ou causa da projeção. Entra aí a opinião do Dr.Luiz Otávio Zahar:”Quando o projetor deixa o seu casulo físico e ingressa numa das inumeráveis dimensões não físicas,ele faz contato com realidades que estão anos-luz de distância de seu mundo comum”.

Costumo associar a projeção a um gigantesco RPG, onde somos nós mesmos os personagens principais, atuando em um mundo normalmente diferente do nosso e interagindo com as mais diversas criaturas que se apresentam, tendo total liberdade de ir para onde bem entender e fazer o que bem quiser (e assumindo as consequências vindouras…). Um detalhe digno de nota, é que a projeção da consciência tem a mesma natureza das famosas “EQM’s” ou experiências quase morte. Assunto esse que vem sendo tratado com muito respeito e sem qualquer tipo de preconceito por grandes pesquisadores das mais diversas ramificações da ciência.

O mais interessante de tudo é que esta experiência está ao alcance de qualquer um. Exige treino e paciência, mas vale lembrar que nada que é realmente bom vem facilmente e sem esforço. Sera uma experiência que mudará (e muito) sua forma de ver a si mesmo e aos outros. O assunto é muito extenso, podendo ocupar uma vida inteira de pesquisas (temos inclusive grandes pesquisadores do assunto no Brasil). Minha intenção é somente apresentar o tema, certificando de que ele realmente acontece, embora sem poder afirmar qualquer coisa a respeito de uma possível realidade ou um mero devaneio durante o sono,ficando a cargo de cada um que se interessar,buscar conhecer mais e quem sabe vir a se projetar em breve,tirando suas próprias conclusões. Existe muito conteúdo sério (e gratuito!) relacionado na internet.Entre eles o site http://www.viagemastral.com. Vale a pena conferir.

Peço desculpas pelo texto truncado e com muitos erros gramaticais possivelmente… Depois de tanto tempo lidando quase exclusivamente com números, fica complicado transmitir tudo em algumas palavras. Mas espero ter passado a essência do assunto. Assim que possível retornarei a Mos Eisley, com algum outro tema aleatório retirado dos confins do universo. Muito Obrigado por seu tempo… Até breve 😉

Mos Eisley Boteco Underground

O Boteco Underground da Mos Eisley Cantina voltou do merecido descanso repaginando a cena musical do boteco! Nada mais de música cover ambiente! Isso espanta a clientela de qualidade (até porque, estamos cansados de saber que banda cover só é valorizada em Curitiba) e nosso objetivo aqui é erradicar a popularidade de bandas que compactuem com o Império mainstream pois o boteco, como o próprio nome sugere, é de cunho underground.
Novo regulamento já em pratos limpos, podemos passar para o próximo passo: Quanto mais politicamente incorreto for, considere o conteúdo já inserido na Mos Eisley. Prezamos aqui pela linha de raciocínio contrária ao Império (não necessariamente Rebelde, que fique claro), portanto, deliciem-se com a nova proposta da Mos Eisley Cantina. Procuraremos seguir à risca os novos regulamentos já inclusos nos estatutos de Jabba The Hut correto?
Sem mais tempo acerca de tais estatutos, pulemos para a parte que verdadeiramente importa : música de qualidade.

(as luzes se ascendem, abrem-se as cortinas…)

introducing


GIOVANNI CARUSO E O ESCAMBAU

Mas vejam só! Uma banda Curitibana logo pintando por aqui… não fazem cover e não tocam sertanejo universitário! TCHAM TCHAM TCHAM TCHAM…. Apresento-lhes Giovanni Caruso & o Escambau ! A banda curitibana de rock indefinido lança seu segundo álbum intitulado “Ordem e Progresso via Pão & Circo“.
Sim, é possível resenharmos aqui, música por música dessa obra, deixando escapar cada sensação que cada uma delas nos traz, destacando as mais excitantes expondo nossa opinião de modo a induzir o caro leitor a contorcer-se de vontade de ouvi-lo neste momento… mas INFELIZMENTE temos de ser imparciais como todo bom bloggeiro informativo e esconder o melhor de vocês, simplesmente porque estamos cumprindo com regulamentos do jornalismo e blá blá blá… Evidentemente, a Mos Eisley Cantina não se trata de um blog informativo que se preocupa com esses detalhes citados acima; portanto, sugerimos aos desavisados que não se preocupem: toda informação aqui veiculada terá sim pitadas de empolgação por parte de quem vos escreve, pois tudo o que é bom deve ser devidamente divulgado e é impossível falar de música sem transcrever as sensações causadas pelas mesmas. Fidelidade ao conteúdo será nosso lema.
A começar pelo começo, “Ordem & Progresso” é simples e gritante. Sua melodia, nada mais é que o emaranhado de sons que conduzem o telespectador em seu dia-a-dia. Provocativa, a mesma reduz à cinzas o que chamamos de mídia televisiva.
Com tamanha introdução, leigos poderiam afirmar que não mais haveria espaço para surpresas neste disco. Pois uma a uma iniciam-se faixas inéditas de como leva-se uma vida corriqueira em uma grande cidade aparentemente bem estruturada a qual possui uma imagem a zelar diante do mundo. O comum e corriqueiro, descrito milhares de vezes por bandas de forma aleatória e pouco convincente, aqui ouve-se escrachadamente assim como o é. Banal. Sujo. Engraçado para os próprios prejudicados, aqui é descrito e cantarolado com tamanha ironia que lhe falta o ar ao perceber que fazes parte desse círculo social.
De patas pro Ar” é assim, receosa de dizer tudo o que diz pois “pode alguém não gostar de ouvir”.
O flert com a crítica, agora de forma mais densa e cruel para com os pobres fiéis, crédulos de uma santidade feliz que inexiste toma forma em “Que atire uma Pedra(ou O langor do padre VS A guilhotina da Vida)“.
Logo, o terror psicológico de um ouvinte desprevenido é acalentado por “Mais Circo do que Pão” que tem a pegada do roque brazuca e letra inteligente. Cantada em coro, é provavelmente o que leva o público nos shows a cantar junto toda a sorte de palavras audaciosas pronunciadas com tamanha ousadia pra punk nenhum botar defeito.

O video clip de “A Barbada(Dayse $5 pila)” pode ser conferido a seguir:

GIOVANNI CARUSO E O ESCAMBAU
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***De repente, o caro leitor provavelmente pode ter sentido um vazio e não foi o do seu copo 😉 Se bateu a vontade de ter esse disco na sua coleção de clássicos do Underground, click aqui.

E assim encerramos o Boteco Underground de hoje. Muito  Rum e boa música pra vocês! Aproveitem que hoje é por conta da casa!

Analfabeto Funcinal, é você ??

E o corre corre continua… Revoltas sociais, explosões estudantís, escândalos polticos, etc.

   No entanto, estamos aqui para falar de um tema que não importa muito ao Império muito menos ao Jabba The Hut: a educação. Esta que como todos sabem, é a única capaz de libertar, e só se faz preocupar pelas autoridades quando começa a se tornar de interesse das massas. Neste caso, não há porque se preocupar não é mesmo?! O Brasil nos parece cheio de Stormtroopers…
  De qualquer forma, hoje na Mos Eisley o rum vem acompanhado de uma boa dose de informação. Então, se você tem estômago fraco para esse novo conteúdo, melhor juntar-se aos fracos assistindo Big Brother Brasil em casa enquanto nos divertimos por aqui. 😉
 
 Analfabetismo Funcional 

“Analfabeto funcional é a denominação dada à pessoa que, mesmo com a capacidade de decodificar minimamente as letras, geralmente frases, sentenças, textos curtos e os números, não desenvolve a habilidade de interpretação de textos e de fazer as operações matemáticas. Também é definido como analfabeto funcional o individuo maior de quinze anos e que possui escolaridade inferior a quatro anos, embora essa definição não seja muito precisa, já que existem analfabetos funcionais com nível superior de escolaridade.


Níveis de alfabetização funcional
Existem três níveis distintos de alfabetização funcional, a saber:

  • Nível 1, também conhecido como alfabetização rudimentar, compreende aqueles que apenas conseguem ler e compreender títulos de textos e frases curtas; e apesar de saber contar, têm dificuldades com a compreensão de números grandes e em fazer as operações aritméticas básicas.
  • Nível 2, também conhecido como alfabetização básica, compreende aqueles que conseguem ler textos curtos, mas só conseguem extrair informações esparsas no texto e não conseguem tirar uma conclusão a respeito do mesmo; e também conseguem entender números grandes, conseguem realizar as operações aritméticas básicas, entretanto sentem dificuldades quando é exigida uma maior quantidade de cálculos, ou em operações matemáticas mais complexas.
  • Nível 3, também conhecido como alfabetização plena, compreende aqueles que detêm pleno domínio da leitura, escrita, dos números e das operações matemáticas (das mais básicas às mais complexas).
O problema do analfabetismo funcional no Brasil




Segundo dados de 2005 do IBOPE , no Brasil o analfabetismo funcional atinge cerca de 68% da população (30% no nível 1 e 38% no nível 2). Somados esses 68% de analfabetos funcionais com os 7% da população que é totalmente analfabeta, resulta que 75% da população não possui o domínio pleno da leitura, da escrita e das operações matemáticas, ou seja, apenas 1 de cada 4 brasileiros (25% da população) são plenamente alfabetizadas, isto é, estão no nível 3 de alfabetização funcional.
Esses índices tão altos de analfabetismo funcional no Brasil devem-se à baixa qualidade dos sistemas de ensino público, à falta de infraestrutura das instituições de ensino (principalmente as públicas) e à falta de hábito e interesse de leitura do brasileiro. Em alguns países desenvolvidos e/ou com um sistema educacional mais eficiente, esse índice é inferior a 10%, como na Suécia, por exemplo.



(Fonte: Wikipédia

http://www.youtube.com/watch?v=J6jsu-t4iBE

2012 FINALMENTE IRMÃOS!

CAROS LEITORES, SEJAM MUITO BEM VINDOS Á MOS EISLEY CANTINA 2012 (PRONTOS E APOSTOS PARA O FIM DO MUNDO!!)

Gostaria a princípio de desejar-lhes um ótimo ano (o último de vossas vidas), com as condolências do mestre Jabba the Hut, e os cumprimentos de Darth Vader aos maias, por terem descoberto a utilidade da última estrela da morte fabricada pelo Império. Espero que aproveitem muito bem como o fizeram nas últimas oito previsões apocalípticas 😉

E para começarmos esse ano tão importante com o pé direito, escolhí um vídeo curiosamete cômico sobre o suposto envolvimento de Hitler com o projeto Fora do Eixo… O vídeo satiriza a situação das bandas independentes, e o sonho de ter como ganha pão o reconhecimento pelo seu esforço e dedicação á música, e a contribuição cultural através da mesma.

P.S:. Para os desinformados, não frequentadores da Mos Eisley Cantina ou não adeptos do conhecimento, o Circuito Fora do Eixo é um projeto que apóia bandas com algum destaque nacional, e por ventura, acaba por ajudar no surgimento de bandas independentes em todo o território nacional. Tem também por objetivo, fazer circular bandas em diversas partes do país já com o intuito de disseminar esse movimento musical.

Enjoy…!!

Circuito Fora do Eixo por ele mesmo:

“Circuito Fora do Eixo é uma rede de trabalhos concebida por produtores culturais das regiões centro-oeste, norte e sul no final de 2005. Começou com uma parceria entre produtores das cidades de Cuiabá (MT), Rio Branco (AC), Uberlândia (MG) e Londrina (PR), que queriam estimular a circulação de bandas, o intercâmbio de tecnologia de produção e o escoamento de produtos nesta rota desde então batizada de ‘Circuito Fora do Eixo’ .

A rede cresceu e as relações de mercado se tornaram ainda mais favoráveis às pequenas iniciativas do setor da música, já que os novos desafios da indústria fonográfica em função da facilidade de acesso à qualquer informação criou solo ainda mais fértil para os pequenos empreendimentos, especialmente àqueles com características mais cooperativas.“(Fonte: http://foradoeixo.org.br/)

Feliz pós-Natal !!

 

       Olá caros leitores… Há muito tempo verifica-se certa falta de comunicação entre nós,de forma que eu vos preste as devidas explicações. Os preparativos para o natal e reveillon vinham fluindo perfeitamente em Mos Eisley, e o Império já havia também distribuido o pão e preparado o circo para as demais populações por ele controladas. Lamparinas coloridas enfeitavam toda Mos Eisley, e o espírito natalino infiltrava-se até mesmo nos andróides intergalácticos(para o desespero do mestre Jabba the Hut). Aqui na Mos Eisley Cantina a festa corria solta até o mestre Jabba voltar de suas férias em Tatooine… Finalmente encontrara Han Solo e o Wookie fétido, e estava disposto a arrancar-lhes as entranhas, se não fosse o maldito espírito natalino que envolvera o gosmento órgão carinhosamente chamado de coração do mestre Jabba.
 Enfim, Solo e o Wookie não deixaram passar batida a fragilidade emocional do mestre Jabba, e mais do que de pressa prepararam a canção de natal dedicada ao mestre Hut que já encontrava-se emocionalmente sensível. O plano fora perfeito… Mestre Jabba estava em prantos quando se via sumir ao longe a velha Millenium Falcon…

Esse Wookie tem mesmo o dom!